quarta-feira, 8 de junho de 2016

Mutualismo NÃO obrigatório - Questões



Protocooperação ou Mutualismo não-obrigatório



Cite exemplos de Mutualismo não-obrigatório ou protocooperação. # Pássaro-palito e crocodilo; Caranguejo paguro e actínias.

Descreva a protocooperação existente entre:
a) Pássaro-palito e crocodilo. # O pássaro-palito se introduz na boca do crocodilo africano, de onde retira sanguessugas que normalmente aí se encontram parasitando o réptil. Assim, o crocodilo é beneficiado, ao livrar-se dos parasitas, que constituem também uma opção alimentar para o pássaro. Mas ambos os seres podem viver separados, sem que isso lhes provoque sérios desequilíbrios metabólicos.
b) Caranguejo paguro e actínias. # O caranguejo paguro ou bernardo-eremita é um crustáceo encontrado com relativa facilidade em nossas praias. Caracteriza-se pela presença de um abdome longo e mole, desprovido de carapaça protetora. Assim, esse caranguejo aloja-se no interior de conchas vazias de moluscos diversos e "enfeita-se" com algumas actínias ou anêmonas-do-mar (celenterados), animais portadores de tentáculos com substâncias urticantes. Dessa maneira, as actínias beneficiam o paguro, impedindo o acesso de inimigos naturais. O paguro, locomovendo-se, beneficia a actínia, uma vez que lhe amplia o território de obtenção de alimento.

A associação ecológica verificada entre o pássaro-palito e o crocodilo africano é um exemplo de mutualismo, quando se considera
que o pássaro retira parasitas da boca do réptil. Mas pode ser também descrita como exemplo de comensalismo. Explique. # Nesse caso, o pássaro atua retirando apenas restos alimentares que ficam situados entre os dentes do crocodilo. Daí o nome popular do animal: pássaro-palito.
UEL - Uma situação que comumente se verifica nas pastagens brasileiras é a de pássaros pousando sobre bois e vacas para se alimentar de seus carrapatos. As relações entre os três animais envolvidos são:
a) parasitismo e predatismo, apenas.
b) parasitismo e protocooperação, apenas.
c) predatismo e protocooperação, apenas.
d) parasitismo, predatismo e competição.
e) parasitismo, predatismo e protocooperação.
UFMG - Observe os gráficos referentes às curvas de crescimento populacional de duas espécies. O gráfico I representa o crescimento populacional dessas espécies criadas isoladamente. O gráfico II representa o crescimento populacional dessas espécies reunidas numa mesma cultura.

Com base na comparação dos dois gráficos, pode-se afirmar que a provável relação ecológica entre as duas espécies seria melhor definida como
a) inquilinismo.
b) competição.
c) protocooperação.
d) comensalismo.
UDESC - Animais de espécies diferentes podem desenvolver relações ecológicas de vários níveis. Os búfalos, por exemplo, mantêm relações ecológicas com pássaros, como os anus, que pousam em seus dorsos e se alimentam dos carrapatos aí instalados.
a) Que tipo de relação ecológica existe entre os búfalos e os anus? # Protocooperação. Os búfalos são beneficiados pelos anus, essas aves retiram os carrapatos parasitas de seus dorsos. Já os anus são também beneficiados pelos búfalos, pois encontram nesses animais parte do alimento de que necessitam para viver(carrapatos) e realizam suas buscas sem serem importunados.
b) Qual a relação ecológica existente entre os carrapatos e os búfalos? # Parasitismo. Os carrapatos atuam como parasitas dos búfalos, sugando-lhes sangue.
c) Existe uma relação ecológica entre os anus e os carrapatos? # Predatismo. Os anus atuam como predadores de carrapatos, devorando-os.

Gabarito questões objetivas: E e C.







segunda-feira, 6 de junho de 2016

GRIPE X RESFRIADO !!

E aí GRIPE OU RESFRIADO?
#AMANTESDABIOLOGIA RESPONDE...


Baseado apenas no quadro clínico, conseguimos ter uma ideia de qual vírus estamos lidando. Por exemplo:


Rinovírus: é a principal causa dos resfriados comuns. É uma doença branda, que raramente causa febre nos adultos e costuma durar de 5 a 7 dias. Pode causar problemas apenas nos pacientes asmáticos por desencadear exacerbações do quadro. Existem mais de 100 sorotipos diferentes do rinovírus.
Coronavírus – Também causa sintomas de resfriado, além de poder causar diarreia em algumas pessoas, principalmente em pacientes imunodeprimidos. A pneumonia asiática, que recebeu bastante atenção da mídia no início da década de 2000, é causada por um sorotipo de coronavírus.
Parainfluenza – É causa de traqueobronquite e pneumonia, costuma ser mais grave em crianças pequenas e imunocomprometidos. No adulto causa quadro brando, semelhante a um resfriado.
Adenovírus – Costuma causar um quadro um pouco mais rico, com febre, faringite, rouquidão e conjuntivite. Pode ser causa de pneumonia, diarreia e meningite viral. É um vírus que provoca um resfriado um pouco mais forte.
Vírus sincicial respiratório – Causa um quadro mais sintomático ainda, com sinusite, otite, conjuntivite, tosse. Em idosos, crianças e imunodeficientes pode causar pneumonia e levar ao óbito. É o tipo de resfriado mais agressivo, mas costuma não causar problemas em adultos ou crianças mais velhas saudáveis.
Influenza – É o agente causador da gripe. Provoca uma infecção respiratória alta bastante sintomática. Pode ser causa de pneumonia viral ou facilitar o aparecimento de pneumonia bacteriana. Eventualmente, mutações nos vírus levam a grandes epidemias, como a da gripe espanhola no início do século XX, a gripe aviária e a gripe suína (gripe A do subtipo H1N1). Mesmo assim ,em adultos saudáveis, ela não provoca maiores problemas na maioria dos casos.
O quadro clínico das viroses que acometem o trato respiratório alto, seja gripe ou resfriado, é muito semelhante. Como essas infecções costumam ser autolimitadas e não requerem tratamento específico, na maioria dos casos, não faz sentido realizar exames caros e causar transtornos ao paciente somente para se saber exatamente qual é o vírus responsável. Na maioria das pessoas, a gripe e o resfriado se curam espontaneamente sem causar grandes problemas.


A gripe é causada pelo vírus Influenza e apresenta um quadro clínico mais rico que o resfriado, com febre alta, dores pelo corpo, dor de cabeça, mal estar, perda do apetite, dor de garganta e tosse. Na gripe, os sintomas costumam aparecer subitamente ao contrário do resfriado, onde eles surgem gradualmente. A tosse e a febre são sintomas precoces.


A gripe é uma infecção respiratória causada pelos vírus da família Influenza. Exitem vários subtipos de Influenza, capazes de provocar quadros de gripas mais ou menos graves. O resfriado também é uma infecção respiratória viral, mas existem dezenas de vírus diferentes que podem provocar o resfriado, como Rinovírus, Adenovírus, Parainfluenza, etc. Mais à frente vamos falar detalhadamente sobre estes vírus.

Duas das principais diferenças entre a gripe e o resfriado são a febre e o estado geral do paciente. Enquanto o resfriado não costuma provocar febre (exceto em crianças pequenas), na gripe a febre é comum e costuma ser acima de 38ºC, principalmente nas crianças. Na gripe, o paciente apresenta-se mais prostrado, com dor de cabeça e, frequentemente, com dor nos músculos e articulações. No resfriado, o paciente tem coriza, tosse e espirros, mas encontra-se mais ou menos bem disposto, apenas incomodado com estes os sintomas.



sexta-feira, 3 de junho de 2016

( SEXO ) SOBRE O ORGASMO FEMININO!!


De acordo com estudos, apenas 25% das mulheres sempre chegam ao clímax durante o sexo com um parceiro. O resto de nós o alcança dependendo da noite, ou nunca experimentou um orgasmo feminino durante uma relação sexual. Em comparação com os homens, mais de 90% dos homens obtêm seu ápice de prazer 100% do tempo. A pergunta é: por quê? Qual a diferença do que acontece com o corpo?

"O clitóris tem a função indispensável de promoção da excitação sexual, o que induz a mulher a ter relações sexuais e engravidar", diz Elisabeth Lloyd, professora de biologia na Universidade de Indiana. "Mas a real incidência do reflexo do orgasmo nunca esteve atrelado à reprodução bem sucedida." Ou seja, porque as mulheres podem e engravidam sem clímax, os cientistas não conseguem descobrir por que, de fato, temos ou precisamos do orgasmo.
Orgasmo: o que acontece no corpo?

A excitação que começa a aquecer e que você sente durante as preliminares é o resultado do sangue indo direto pro seu clitóris e vagina. Nessa altura, as paredes da vagina começam a secretar grânulos de lubrificação que, eventualmente, fluem mais.

Como você fica mais ligada, o sangue continua a inundar a área pélvica, as velocidades da respiração e da frequência cardíaca aumentam, os mamilos ficam rijos, e a parte inferior o canal vaginal estreita, a fim de prender o pênis, enquanto a parte superior se expande para lhe proporcionar espaço.

Se tudo correr bem (ou seja, o telefone não tocar e seu parceiro souber o que está fazendo), uma incrível quantidade de nervos e tensão muscular deve se acumular, então, nos órgãos genitais, pélvis, nádegas e coxas, até que seu corpo involuntariamente libere tudo numa série de ondas de intensidade de prazer, também conhecida como orgasmo.



THINKSTOCK

O big bang é o momento em que seu útero, vagina e ânus contraem simultaneamente em intervalos de 0,8 segundos. Um pequeno orgasmo pode consistir de três a cinco contrações, um grande, de 10 a 15. Muitas mulheres relatam sentir diferentes tipos de orgasmos - clitoriano, vaginal, e muitas combinações dos dois.

De acordo com Beverly Whipple, coautora do livro G-Spot, o motivo pode ser simplesmente porque diferentes partes da vagina foram estimuladas mais do que outras, e por isso têm mais tensão para liberar. Além disso, os músculos em outras partes do corpo podem contrair involuntariamente.

Após o pico do prazer, o corpo geralmente desliza em um estado de relaxamento satisfeito - mas nem sempre. “Assim como os homens, as mulheres podem experimentar tristeza e dor pélvica se não atingirem o orgasmo", diz Ian Kerner, terapeuta sexual e autor do livro She Comes First. Na verdade, Dr. Kerner diz que muitas mulheres se queixam de que um único orgasmo não é suficiente para aliviar o acúmulo de tensão sexual.
Por que tantas mulheres não conseguem chegar ao orgasmo?



Atenção: Esta matéria contém teor sexual e é imprópria para menores de 18 anos.

É grande o número de mulheres que não consegue atingir o orgasmo. De acordo com o último levantamento sobre o perfil sexual dos brasileiros, realizado pelo Projeto Sexualidade (ProSex) com mais de 8 mil pessoas do país, 30% das mulheres brasileiras vive esta situação.

Clinicamente falando, a sensação é atingida quando se chega ao ponto máximo da estimulação sexual e há uma descarga neurossensorial e alteração de todo o sistema nervoso, de acordo com o ginecologista Hugo Miyahira, vice-presidente da Região Sudeste da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia).

Ele explica que existem diferentes causas que podem interferir na motivação sexual da mulher, fazendo com que ela não consiga chegar ao clímax. Podem ser causas físicas, como dores e infecções; químicas, como uso de tranquilizantes e bloqueadores de apetite; interpessoais, como problemas no relacionamento; ou transpessoais, como as questões culturais e religiosas muito fortes.

Segundo o ginecologista, alguns fatores que podem ajudar. Confira:

Posição: Uma forma indicada para quem tem dificuldades de atingir o orgasmo é o homem deitado de barriga para cima e a mulher sentada sobre ele, de modo que ele possa também masturbar a mulher durante a penetração.

Masturbação: É uma forma da mulher conhecer melhor o próprio corpo e se estimular através de elementos psicológicos, filmes, livros, usando a imaginação.

Pílula anticoncepcional: Pode ajudar, pois faz com que a mulher fique mais relaxada, já que não existe a preocupação com a gravidez. Por outro lado, a pílula possuiu substâncias que podem interferir, mas não é regra geral, varia de pessoa para pessoa,essas substancias seriam a testosterona dimunuída quando não se está menstruada,há perda da libido,por isso às vezes quando a mulher está menstruada o desejo aumenta.

Atitude: Ficar passiva e esperar que só o homem faça e colocar toda a responsabilidade sobre ele é um erro. Sexo é uma troca e os homens também esperam isso da mulher.

Tratamento: A mulher deve buscar ajuda quando sentir que é necessário. Não pode manter o problema para sempre, porque dessa forma está se recondicionando para ser sempre igual. O ideal é descobrir a causa e tratá-la. Para isso, é feita uma avaliação clínica geral da saúde da mulher, bem como de seu estilo de vida e de seu histórico sexual.
7 posições sexuais que mais estimulam o prazer




Atenção: Esta matéria contém teor sexual e é imprópria para menores de 18 anos.

Sair da rotina, às vezes, faz bem ao relacionamento. Surpreender o amor com noites quentes e posições sexuais novas pode ser uma ótima opção para apimentar ainda mais a hora H. Buscar prazer em posições sexuais que favoreçam e estimulem o prazer sexual feminino é muito importante. A mulher precisa se conhecer mais para, assim, deixar o seu corpo mais solto e entregue ao prazer na hora do sexo.

A noite precisa ser boa tanto para ele como para ela. Por isso, além da penetração, precisa haver uma troca muito grande de afinidade.


- Qual a posição sexual que mais estimula o prazer feminino?

As posições mais estimulantes são aquelas que permitem o contato com o clitóris, seja de forma manual ou pela fricção no corpo do parceiro. Bons exemplos são aquelas em que a penetração ocorre com a mulher deitada de costas por cima do corpo do parceiro, ou as que a mulher fica sentada de frente para o parceiro deitado.

- Qual posição sexual a mulher consegue chegar mais rápido ao orgasmo?

Cada mulher tem a sua posição preferida para atingir o orgasmo. Umas preferem de quatro, outras sentada, isso depende de cada mulher. Mas vale citar que a masturbação é uma grande aliada para se chegar ao clímax sexual. Ela pode ser feita pela própria mulher. Uma boa dica é ser estimulada manualmente pelo parceiro ou através do sexo oral.

- Qual posição sexual é mais confortável para a mulher?

Em sexo não há regras. Mas há duas que fazem muito sucesso: quando elas ficam por cima e de ladinho. Nelas, as mulheres possuem maior controle e é mais fácil para estimularem o próprio Ponto G.


Shutterstock





Quais são as 7 posições sexuais que mais apimentam a relação?

1 – Os dois sentados de frente para o outro com a mulher por cima. Essa posição faz com que as mulheres se sintam dominadas e acolhidas ao mesmo tempo. A dica é o homem segurar a mulher com vontade, apertando-a. Para quem gosta um leve puxão de cabelo também vale.

2 – A mulher fica deitada de frente para o parceiro e ele fica sentado. Uma das pernas dela fica esticada para o alto apoiada no ombro dele para tornar a penetração mais vigorosa. Essa posição permite que a mulher seja acariciada no clitóris pelo parceiro. Com isso, possibilita uma alta lubrificação da vagina e fortes espasmos musculares que excitam ambos.

3 – Para a mulher que adora deixar o parceiro bem excitado, essa posição é uma ótima dica. Ele fica deitado de barriga para cima e ela deitada sobre ele de barriga para baixo e de costas para ele. Os homens adoram a visão panorâmica que têm do bumbum delas.


4 – Essa é clássica, mas não sai de moda. Ela fica de quatro e ele, de joelhos, a penetra. É campeã de audiência por permitir uma penetração profunda. A mulher pode ajudar nos estímulos mexendo o próprio quadril.

5 – Essa requer força para ele e equilíbrio para ela. O parceiro fica de pé e segura a parceira no colo com as pernas em volta de seu corpo, que se entrega nos braços dele

6 – Mais uma que dá profundidade! Ela fica deitada de barriga para cima e de frente para o parceiro com os dois pés apoiados nos ombros do rapaz. Ele fica ajoelhado e penetra de forma acelerada. É uma ótima posição para ser escolhida para terminar com chave de ouro o ápice sexual do casal.

7 – Para fechar, tem aquela clássica para ser feita no chuveiro. Ela, de costas, apóia os braços na parede e empina o bumbum, enquanto ele a penetra por trás.

“É legal lembrar também que brinquedinhos eróticos e vibradores de todos os tipos são super bem-vindos na hora de apimentar a relação”, finaliza.

O orgasmo clitoriano pode ser confundido com o vaginal. "O que observamos é que, quando a mulher tem orgasmo com penetração, pode acontecer ao mesmo tempo a estimulação do clitóris pelo órgão masculino. Portanto, o clitóris é que foi estimulado", conta Ana Canosa. O orgasmo vaginal é aquele que não tem estímulo do clitóris.

"Ele é mais difícil porque essa região não tem tantas terminações nervosas quanto o clitóris. A maioria dessas terminações está no primeiro terço da vagina". O tão discutido ponto G estaria nessa região. Seria uma saliência atrás do osso púbico. "Ele favoreceria o orgasmo vaginal. Há estudiosos que defendem que ele seria a raiz do clitóris e que algumas mulheres o teriam mais proeminente, o que daria mais prazer. Mas essa ainda é uma questão muito controversa".

Quer tentar?
Para as mulheres que queiram tentar o orgasmo vaginal talvez seja interessante a "manobra da ponte", que consiste, basicamente, em estimular o clitóris antes e durante o coito. "É melhor que a mulher faça isso porque o homem acaba concentrado na penetração. Quando ela perceber que está perto do orgasmo, tira a mão para perceber se consegue que apenas a penetração dispare orgasmo".

Mas lembre-se: o orgasmo vaginal não é imprescindível para a satisfação de nenhuma mulher. "Ele não torna nenhuma melhor que a outra. O que faz uma mulher boa de cama é a capacidade de dar e receber prazer".

FONTES: Extraído da NET.


















quinta-feira, 2 de junho de 2016

Como ocorre a Ejaculação masculina,veja o vídeo...




apesar de parecer complicado esta reação no organismo é relativamente simples. Antes de ejacular o homem precisa estar com o órgão genital ereto. Para que a ereção com fins sexuais aconteça, é preciso que o cérebro seja estimulado visualmente ou mentalmente. Para o órgão genital ficar ereto é preciso que bastante sangue preencha os espaços vazios. Somente após a estimulação cerebral é que os neurônios são ativados e enviam um sinal químico para o pênis, avisando que os vasos sanguíneos precisam relaxar para que o sangue possa fluir para o órgão. Quando o sangue chega lá, o aumento da pressão o aprisiona dentro dos corpos cavernosos, estruturas de tecido erétil parecidas com esponjas. Isso faz com que o órgão mantenha a ereção até o relaxamento proporcionado pela ejaculação. Assim, a ereção só é revertida quando o fluxo de sangue é interrompido e canais de escoamento são abertos permitindo que o sangue saia e o pênis se torne flácido.

A ejaculação é a liberação do sêmen durante o orgasmo, acionada quando o homem atinge o nível máximo de excitação. Como já dito, a estimulação sexual excita o nervos penianos e envia sinais químicos e impulsos para a medula espinhal e daí para o cérebro onde sinais químicos são novamente enviados para a medula e voltam para o órgão sexual. Este ciclo desencadeia a ejaculação.Esquema mostrando o sistema reprodutor masculino e algumas fases da ejaculação. Foto: Reprodução/euroclinix

Na verdade, a ejaculação tem duas fases: Na primeira fase, os canais deferentes, aqueles tubos que armazenam e transportam o esperma vindo dos testículos, se contraem e expulsam o esperma (contendo os espermatozoides) para a parte posterior da uretra (vídeo). Na parte de trás da uretra, as vesículas seminais também liberam secreções simultaneamente. Inicia-se a segunda fase, quando a uretra posterior detecta as secreções e envia sinais para a medula. A medula, por sua vez, envia fortes sinais para os músculos basais do órgão genital fazendo com que este se contraia vigorosamente a cada 0,8 segundos e isso causa um pulsação que expulsa o sêmen para fora do pênis.


Algumas relações ecológicas que talvez não conheça...





O mimetismo ocorre quando um organismo qualquer, denominado mímico, possui características físicas que o tornam parecido à outra espécie (o modelo), trazendo com esta semelhança, alguma vantagem para uma ou ambas as espécies. Destacam-se dois tipos de mimetismo:

O mimetismo batesiano, onde os mímicos são seres sem defesas naturais verdadeiras, exceto a semelhança com os modelos venenosos, impalatáveis, os quais pertencem a grupos taxonômicos distintos.
Borboletas da subfamília Morphinae e mariposas da subfamília Hemileucinae são bons exemplos de mimetismo batesiano, ambas estampam em suas asas desenhos que parecem imensos olhos (ocelos) de animais maiores, como os da coruja. Veja os exemplos abaixo.





Borboleta Bleponemis batea batea


Borboleta Caligo eurilochus brasiliensis



E o mimetismo mülleriano, onde mímicos e modelos são impalatáveis ou venenosos, o que, estatisticamente, lhes confere vantagem na luta pela sobrevivência. Basicamente, isto reduz o número de indivíduos de cada espécie que, aleatoriamente, serão caçados e, consequentemente, mortos ou avariados, até que o predador aprenda que são animais a serem evitados. Veja os exemplos abaixo.



Borboleta Archonias brassolis tereas



Borboleta Parides anchises nephalion

Camuflagem
Na camuflagem os seres confundem-se, no aspecto ou na cor, com o ambiente em que vivem, o que dificulta sua visualização pelo predador ou pela presa. Impedindo, assim, que o predador o encontre. Além de ser uma ótima defesa, a camuflagem também ajuda o indivíduo a se aproximar de sua presa o suficiente para dar o ataque sem que este seja descoberto. Os exemplos no reino animal são muitos: o urso-polar, o leão, o bicho-pau, o bicho-folha e etc. Veja outros exemplos abaixo.



Mariposa da família Geometridae




Borboleta Marpesia petreus



Camuflagem (Espécie não identificada de anuro)


O aposematismo é uma característica adaptativa utilizada por alguns animais e vegetais como sinal natural de advertência aos predadores, revelando através de cores vivas e fortes do corpo, em especial vermelho, azul, preto, laranja e amarelo, o seu potencial de toxicidade ou impalatabilidade. Veja os exemplos abaixo.



Borboleta Euptoieta hegesia meridiana




Borboleta Anartia amathea





Fonte do conteúdo: Saiba o que é mimetismo, camuflagem e aposematismo | Mundo Biologia http://www.mundobiologia.com/2013/10/saiba-o-que-e-mimetismo-camuflagem-e-aposematismo.html#ixzz4AQkDgEZD

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Sabe o que é PODCAST? Então os Amantes trás alguns pra você...




































Os podcasts são as principais Ferramentas online que dispomos,ótimas DICAS para quem está se preparando para o ENEM e VESTIBULAR.
Autoria: Alan Calvet,Biólogo.

Sexo e menstruação qual sua dúvida? Diário de Biologia responde....



Sexo e menstruação são dois assuntos que ainda despertam muitas dúvidas nas mulheres, o que faz com que muita gente fique sem saber como agir, especialmente na hora em que os dois são colocados “juntos”. Muitas mulheres  preferem evitar manter relações durante a menstruação, mesmo o parceiro dizendo que não se importa. Vários motivos explicam esse comportamento. Pode ser por nojo, pois algumas mulheres se sentem sujas, porque não gostam do sangue e da sujeira toda, questões religiosas e até falta de libido. Disponibilizamos aqui quatro coisas que todo casal precisa saber sobre ter relações durante o período menstrual.
1- Não faz mal algum, nem para a mulher, nem para o homem



Ter relações durante o período menstrual não apresenta problema nenhum á saúde da mulher nem a do homem, uma vez que o sangue expelido pelo organismo nada mais é do que a descamação da parede interna do útero, o endométrio, que, por definição não evoluiu porque não houve fecundação. Assim, fisiologicamente, não há nada que impeça que uma mulher tenha relações sexuais durante o período menstrual. A barreira é mais psicológica e comportamental do que qualquer outra coisa.


2- Embora seja raro, pode engravidar SIM



Embora seja raro, em algumas mulheres cujo ciclo menstrual é irregular e por isso possuem uma janela fértil imprecisa, é possível engravidar durante a menstruação SIM, embora seja bem raro! Para que essa gravidez ocorra, seria necessário ter um ciclo menstrual muito curto, pois assim a data da ovulação fica bem próxima da época do início da menstruação, ou ter uma menstruação que durasse bastante. Portanto, estar preparada com o método anticoncepcional escolhido é importante para evitar gravidez indesejada.
3- Mais excitação



Não é uma regra geral, mas muitas mulheres sentem mais vontade de ter relações durante o período menstrual. Os especialistas dizem que a testosterona, um dos hormônios responsáveis pela excitação feminina, está em evidência durante a menstruação, enquanto os outros – estrogênio, FSH (folículo-estimulante) e LH (luteinizante) – estão em baixa. Principalmente para aquelas que usam pílula anticoncepcional, que tende a baixar a testosterona e, consequentemente a libido, nesse período é comum o relato de maior excitação, já que acontece a pausa do medicamento. Os especialistas falam, porém, que a maneira como cada uma sentirá esse processo é muito individual e que algumas são mais sensíveis do que outras à testosterona.
4- Aumenta chances de contrair doenças



Poucas pessoas sabem que ter relações durante a menstruação aumentam os riscos de transmissão de algumas doenças, como a AIDS e a hepatite do tipo C. Além disso, para o homem, há a possibilidade de desenvolvimento de infecções na próstata com a necessidade de tratamento com antibióticos. Por isso, a utilização de preservativos nunca deve ser esquecida. O parceiro realmente fica bem mais exposto do que se a mulher não estivesse menstruada.